terça-feira, 19 de abril de 2011

O que temos a ver com um supermercado?

“Alguma vez se interrogou sobre quais os seus objectivos? Que estratégia e plano de acção vai seguir para os atingir? Quais são as suas vantagens competitivas?”

Hoje comecei a ler um livro que compara a nossa sociedade com um supermercado. À primeira vista mostramos o nosso pacote; para uns somos atraentes, para outros não é bem isto que procuravam, mas no fundo o que depois é preciso ter em conta é o produto final, o que realmente somos feitos por dentro. Tal como no supermercado, as marcas dos produtos tentam sempre aperfeiçoá-lo e nós também somos assim (e cada vez mais terá de ser assim). Temos de saber melhorar a nossa conduta pessoal com ambição, temos de conhecer os cantos da nossa casa (as fraquezas e as forças) e, desta forma, “assumir o lugar de condutores da nossa vida”.


Não fiz de todo estudos sobre as marcas das massas, mas dou o exemplo de esparguete porque sou apaixonadíssima por este tipo de alimento; poderia falar de feijão, mas não aprecio muito e assim não teriam motivação para escrever. Existem imensas marcas de esparguete é certo, mas cada uma delas tem um vestidinho diferente, cada uma delas tem a sua estratégia para chegar ao mercado. Umas podem levar o caminho direito, sem derrubar colegas, ultrapassando os obstáculos com legalidade e com as verdadeiras competências que adquiriram com a experiência. Outros, por não apresentarem certos atributos importantes, tentam compensar com coisas mais superficiais e que não contêm. Todos os produtos disponíveis nos nossos supermercados, sofreram inúmeras evoluções e tiverem que aprender e jogar com as competências e qualidades que apresentam, depois é aperfeiçoar e aprender mais mais mais mais…

4 comentários:

joana disse...

Deve ter sido interessante essa leitura.

Carla disse...

Faz todo o sentido a comparação. :O

Ghost Writer disse...

Boa comparação, faz sentido.

A mídia e a vida competitiva que a sociedade nos infringe muitas vezes nos obriga a apresentar-nos como um produto que não somos, disto resulta o mal atual, o estresse.

A conclusão deve ser o nosso foco, jogar com as competências e qualidades que temos, mas saber como apresentá-las, marketing é o ponto principal de um produto. Pode existir o melhor espaguete, se a indústria não o torna conhecido, ninguém o conhecerá.

Mas de nada adianta um bom marketing quando o produto não é bom. É preciso conciliar as duas coisas para (so)breviver.

http://escritoslisergicos.blogspot.com

Ritinha disse...

É bem verdade. Concordo :D